Nas trilhas das Medusas do rock n' roll
Resumo
Este trabalho analisa, sob o prisma do debate de gênero, as dinâmicas de poder e dominação patriarcal presentes na cena do rock (universo musical de modo geral apropriado pela supremacia masculina). Este artigo articula os estudos de Berth (2023) e de Gomes e Fernandes (2021) com a metodologia da cartografia das controvérsias (Latour, 2012), propondo o rastreamento de símbolos, sentidos, discursos, imagens, práticas e ações que mantêm o sexismo em pauta, e a consequente marginalização feminina. Busca-se repensar neste trabalho não só o domínio do imaginário masculino no rock, mas também a presença de alguns focos de (re)existência (Fernandes, et al., 2022) protagonizados por mulheres roqueiras que tem inspirado as novas gerações em iniciativas criativas dissensuais (Rancière, 1996).
Copyright (c) 2026 INTERIN

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License. Cedo à revista Interin os direitos autorais de publicação de meu artigo e consultarei o editor científico da revista caso queira republicá-lo depois em livro. O trabalho publicado é considerado colaboração e, portanto, o autor não receberá qualquer remuneração para tal, bem como nada lhe será cobrado em troca para a publicação. Os textos são de responsabilidade de seus autores. Citações e transcrições são permitidas mediante menção às fontes.